Gadget

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

VISITA TÉCNICA Á SEÇÃO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO DO AEROPORTO INTERNACIONAL PINTO MARTINS


RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA AO DEPARTAMENTO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO DO AEROPORTO INTERNACIONAL PINTO MARTINS EM FORTALEZA-CE
REALIZADA POR: VALÉRIA ARAÚJO CAVALCANTE
FORTALEZA, 22 DE SETEMBRO DE 2009

  1. OBJETIVO: CONHECER AS CONDIÇÕES DE EQUIPAMENTOS E EQUIPAGENS DA SEÇÃO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO (SCI) PARA OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA AERONÁUTICA
  2. AUTORIZADO PELO COORDENADOR OPERACIONAL DO SCI: FÁBIO REIS
  3. LOCAL DA VISITA: SEÇÃO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO (SCI) DO DEPARTAMENTO OPERACIONAL DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA DO AEROPORTO PINTO MARTINS-INFRAERO
  4. INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE A EMPRESA:
  • INFRAERO: EMPRESA DE INFRA ESTRURURA AEROPORTUÁRIA, CONSTITUIDA NOS TERMOS DA LEI Nº 5.862 DE 12/12/1972, EMPRESA PÚBLICA DOTADA DE PERSONALIDADE JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO, PATRIMÔNIO PRÓPRIO, AUTONOMIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA, VINCULADA AO MINISTÉRIO DA DEFESA, COM SEDE E FORO EM BRASÍLIA, PRAZO DE DURAÇÃO INDETERMINADO;


  • FINALIDADE: IMPLANTAR, ADMINISTRAR, OPERAR E EXPLORAR INDUSTRIAL E COMERCIALMENTE A INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA E DE APOIO À NAVEGAÇÃP AÉREA, PRESTAR CONSULTORIA E ASSESSORAMENTO EM SUAS ÁEREAS DE ATUAÇÃO E NA CONSTRUÇÃO DE AEROPORTOS, BEM COMO REALIZAR QUAISQUER ATIVIDADES CORRELATAS OU AFINS, QUE LHE FOREM ATRIBUÍDAS PELO MINISTÉRIO DA DEFESA;
  • EXERCE SUAS ATRIBUIÇÕES DIRETAMENTE POR SUBSIDIÁRIAS OU PARCERIAS;
  • NO DESEMPENHO DE SUAS ATIVIDADES OBSERV NORMAS DOS ÓRGÃOS NORMATIVOS DO COMANDO DA AERONÁUTICA: DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL (DAC) E DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO ( DECEA)
  • MISSÃO: PROVER INFRA-ESTRUTURA E SERVIÇOS AEROPORTUÁRIOS COM SEGURANÇA, CONFORTO, EFICIÊNCIA E COMPROMETIMENTO COM A INTEGRAÇÃO NACIONAL;
  • ATUALMEMENTE A INFAERO NA QUALIDADE DE MEMBRO, SEGUE A NORMALIZAÇÃO DA OACI (ORGANIZAÇÃO DE AVALIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL), E PASSOU A SER VISTORIADO PELO ÓRGAO DESDE 2007, DENTRO DO PROGRAMA UNIVERSAL DE AUDITORIAS DE SEGURANÇA OPERACIONAL (USUAP-SIGLA EM INGLÊS, DA OACI);
5. ÁREA: AEROPORTUÁRIA
DEPARTAMENTO VISITADO: DEP. OPERACIONAL DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA
  • DEPARTAMENTO EM QUE FICA INSERIDO O SCI
6. SEÇÃO: SCI (SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO):
  • SCI É PARTE INTEGRANTE DO AEROPORTO, DE ORGANIZAÇÃO MILITAR DA AERONÁUTICA, FUNCIONA NA FORMA DE CONVÊNIO COM A INFRERO E FICA SEDIADA NO AERÓDROMO DO PINTO MARTINS;
  • CONTA COM UM EFETIVO DE 46 BOMBEIROS DE AERÓDROMO, DOS QUAIS 11 PERMANECEM DE PLANTÃO E OS DEMAIS DE SOBRE AVISO;
  • NO CASO DE ACIDENTE AERONÁUTICO EM QUE O EFETIVO NÃO FOR SUFICIENTE, OS BOMBEIROS URBANOS SÃO ACIONADOS;
  • O SCI DISPÕE DE 06 (SEIS) VEÍCULOS CONTRAINCÊNDIO ESPECIAIS PARA EXTINÇÃO DE INCÊNCIO DE AÉRODROMO, RÁDIOS COMUNICADORES, LINHA TELEFÔNICA FIXA DIRETA COM O COE (CONTROLE AÉREO), LINHA TELEFÔNICA COMUM, COMUNICAÇÃO COM OS ÓRGÃOS DE APOIO EM EMERGÊNCIA AERONÁUTICA;
  • OS EPI/EPS SEGUEM PADRÕES INTERNACIONAIS E SEGUEM O ESTABELECIDO NOS ITENS 5.1 E 5.2 DO APÊNDICE I AO ANEXO Nº XXX DE XX DE AGOSTO DE 2009 DA ANAC - ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS DE PREVENÇÃO, SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO EM AERÓDROMOS CIVIS;
  • EPI E EPR SÃO ADQUIRIDOS PELA SUPERINTENDÊNCIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS (DALC), CONFORME PREVISTO NA LEI 8.888/1993 E LEI 10520/2002, CABENDO AO SCI SOLICITAR APENAS QUANTITATIVOS;
  • O SCI NÃO DISPÕE DE ESPECIFICAÇÕES DETALHADAS DOS EPI/EPR, POIS AS COMPRAS E DOCUMENTAÇÕES REFERENTES AOS MESMOS FICAM NA SUPERINTENDÊNCIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS;
  • OS EPI/EPR SÃO FORNECIDOS POR EMPRESAS AMERICAS OU DA UNIÃO EUROPÉIA EM GERAL, COM CERTIFICAÇÃO DO NFPA E CONFORMIDADE ANSI;
  • NÃO FOI POSSÍVEL TER ACESSO VISUAL A TODOS OS EPI/EPR NO LOCAL, PORÉM FOI POSSÍVEL PERCEBER QUE A MAIOR PARTE DO FORNECIMENTO VEM DIRETAMENTE DESSAS EMPRESAS QUE GANHAM A LICITAÇÃO;
  • O SCI É VISTORIADO PELA ANAC E OACI;
7.  ENTREVISTADOS:
  • COORDENADOR DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊDIO (SCI): FÁBIO REIS
  • CHEFE DA SEÇÃO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO: MAJOR OSCAR NETO
  • SUPERVISOR DE SEGURANÇA EM AEROPORTO: HEBER NOBRE
  • CHEFE DE PLANTÃO DE BOMBEIROS EM AERÓDROMO DA SEÇÃO SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO (SCI): SUBTENENTE ELIELTON
8.  FUNÇÃO: BOMBEIRO EM AERÓDRÓMO:

  • REQUER: HABILITAÇÃO DE BOMBEIRO DE AERÓDROMO CONSOANTE COM A FUNÇÃO EXERCIDA, DE UM CERTIFICADO DE CAPACIDADE FÍSICA DE BOMBEIRO DE AERÓDROMO (CCF-BA), E DE UM CERTIFICADO DE APTIDÃO PROFISSIONAL DE BOMBEIRO DE AERÓDROMO (CAP-BA), VÁLIDOS;
  • ALÉM DA HABILITAÇÃO DE BOMBEIRO DE AERÓDROMO, DURANTE O PROCESSO SELETIVO DESSES PROFISSIONAIS, AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS: GRAU DE INSTRUÇÃO COMPATÍVEL COM AS DIVERSAS FUNÇÕES QUE IRÃO DESEMPENHAR, PREPARO FÍSICO, APTIDÃO, CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS ATESTADAS POR LAUDO OU DECLARAÇÃO PROFISSIONAL, ESTADO CLÍNICO SAUDÁVEL PARA DESEMPENHO DAS FUNÇÕES;
  • PERFIL DO PROFISSIONAL: CONTROLE EMOCIONAL, CAPACIDADE DE RACIOCINAR COM CLAREZA DURANTE EMERGÊNCIAS, DECISÕES ADEQUADAS CONSIDERANDO CADA CASO, CAPACIDADE PARA AVALIAR CORRETAMENTE A EVOLUÇÃO DOS ACONTECIMENTOS DURANTE UMA EMERGÊNCIA AERONÁUTICA, TER INICIATIVA, APURADO SENSO DE RESPONSABILIDADE E DISCIPLINA, HABILIDADE NA CONVIVÊNCIA COM SEUS PARCEIROS, COOPERATIVO, TER CONHECIMENTO TÉCNICO E TREINAMENTOS NECESSÁRIOS
  • BIENALMENTE FAZ CURSO DE ATUALIZAÇÃO MINISTRADO PELA INFRAERO - ATEBA;
  • RECEBE TREINAMENTO PARA USO E PRESERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS;
  • RECEBE ORIENTAÇÃO ADICIONAL SOBRE EPR;
  • RECEBE OUTROS TREINAMENTOS EXIGIDOS POR NORMAS INTERNACIONAIS;
  • REALIZA ANUALMENTE NO MÍMINIMO UMA VEZ, O EXERCÍCIO SIMULADO DE COMBATE A INCÊNDIO AERONÁUTICO-EXEAC;
  • RECEBE INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE OS CARROS CONTRAINCÊNDIO COM SETOR RESPONSÁVEL DA ANAC;
9. LISTA DE EPI DO BOMBEIRO EM AERÓDROMO:
  • CAPACETE COM VISEIRA MÓVEL E CARACTERÍSTICAS DE PROTEÇÃO ADEQUADA CONTRA IMPACTOS, INCLUSIVE PONTUAIS; RESISTÊNCIA A CONDUTIVIDADE ELÉTRICA; E INDEFORMÁVEL SOB AÇÃO DE CALOR INTENSO;
  • CAPUZ TIPO BALACLAVA COM PROTEÇÃO TÉRMICA E ANTICHAMAS;
  • TRAJES DE PROTEÇÃO, TIPO APROXIMAÇÃO, ESPECÍFICO PARA OPERAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO EM AERÓDROMOS, COMPOSTO DE CALÇA E JALECO, À PROVA D'ÁGUA, COM ISOLAÇÃO TÉRMICA, RESISTENTE AO CALOR IRRADIADO E A CONTATOS OCASIONAIS DIRETOS COM O FOGO;
  • LUVAS DE MATERIAL RESISTENTE E FLEXÍVEL, RESISTENTE AO CALOR, E QUE PERMITA A OPERAÇÃO DE BOTÕES, FECHOS E FERRAMENTAS MANUAIS;
  • BOTAS DE MATERIAL RESISTENTE, FLEXÍVEL E INDEFORMÁVEL SOB AÇÃO DE CALOR INTENSO;
  • PROTETORES AURICULARES, TIPO CONCHA OU PLUG;
  • EPR DOTADO DE CILINDRO DE AR RESPIRÁVEL FABRICADO COM COMPOSTOS QUE REDUZAM, AO MÁXIMO, SEU PESO E COMPATIBILIDADE COM A UTILIZAÇÃO SIMULTÂNEA DO CONJUNTO DE EPI, .
  • UM CONJUNTO PADRONIZADO DE EPR DEVE SER COMPOSTO DE MÁSCARA FACIAL, CILINDRO DE AR RESPIRÁVEL, MANÔMETRO, REGULADOR DE PRESSÃO COM DEMANDA DE PRESSÃO POSITIVA, ALARME ECIRCUITO DE LIGAÇÃO;
10. PERFIL DO PROFISSIONAL (BOMBEIRO DE AERÓDROMO):
  • CONTROLE EMOCIONAL
  • CAPACIDADE DE RACIOCINAR COM CLAREZA DURANTE EMERGÊNCIAS;
  • DECISÕES ADEQUADAS CONSIDERANDO CADA CASO;
  • CAPACIDADE PARA AVALIAR CORRETAMENTE A EVOLUÇÃO DOS
  • ACONTECIMENTOS DURANTE UMA EMERGÊNCIA AERONÁUTICA;
  • TER INICIATIVA;
  • APURADO SENSO DE RESPONSABILIDADE E DISCIPLINA;
  • HABILIDADE NA CONVIVÊNCIA COM SEUS PARCEIROS;
  • COOPERATIVO, TER CONHECIMENTO TÉCNICO E TREINAMENTOS NECESSÁRIOS;
 10. MATERIAIS DE APOIO AO RESGATE E AO COMBATE A INCÊNDIO DISPONÍCEIS NO SCI:
  • OS TIPOS E QUANTIDADES DE MATERIAIS DE APOIO DEPENDEM DA CLASSIFICAÇÃO E CATETEGORIA DO AERÓDROMO, QUE SE BASEIA NO GRAU DE RISCO PECULIAR AO AERÓDROMO RELACIONADO COM O TIPO E DIMENSÕES DAS AERONAVES.
  • O AEROPORTO PINTO MARTINS É DE CATEGORIA 9 (NOVE), ATUALMENTE ESTA É A CATEGORIA MÁXIMA PARA O PORTE DE AERONAVES QUE POUSAM NO BRASIL.
  • OS AGENTES EXTINTORES DISPONÍVEIS NO SCI DO AEROPORTO PINTO MARTINS SÃO:
 10.1 ESPUMA DE EFICÁCIA NÍVEL B (LGE-LÍQUIDO GERADOR DE ESPUMA COM BASE NA NBR 15511):
  • ÁGUA PARA PRODUÇÃO DE ESPUMA: 24.300L
  • REGIME DE DESCARGA DA SOLUÇÃO DE ESPUMA: 9.000L/MIN 
  10.2 AGENTE COMPLEMENTAR:
  • PÓ QUÍMICO: 450KG
  • REGIME DE DESCARGA: 4,50KG/SEG
11. O SCI DISPÕE DE 06 (SEIS) CARROS CONTRA-INCÊNDIO DE AERÓDROMO, 03 (TRÊS) A MAIS QUE EXIGE A NORMA.

  • SÃO CARROS AUTOMÁTICOS, PROVIDOS DE CANHÕES FRONTAIS PARA OS JATOS DOS AGENTES EXTINTORES;
  • SÃO DE RÁPIDA ACELERAÇÃO, VELOCIDADE, ESTABILIDADE, MOBILIDADE PARA OPERAÇÃO EM QUALQUER TERRENO E DE FÁCIL OPERAÇÃO;
  • OS CARROS CONTRA-INCÊNDIO TIPO/MODELO AP2 POSSUEM TRAÇÃO NAS 04 (QUATRO) RODAS E OS TIPO/MODELO AC4 POSSUEM TRAÇÃO NAS 06 (SEIS) RODAS;
  • OS CARROS AC4 POSSUEM CAPACIDADE PARA TRANSPORTAR O DOBRO DE VOLUME DE AGENTES EXTINTORES QUE OS AP4, IDEAIS PARA ACIDENTES DE GRANDES PROPORÇÕES;
  • OS CARROS AP4 SÃO CARROS MAIS RÁPIDOS, SÃO CHAMADOS CARRO DE ATAQUE;
  • DOTADOS DE TRAÇÃO NAS 04 (QUATRO) RODAS PARA OS AP2 E NAS 6 (SEIS) RODAS PARA OS AC4, POSSUEM DISPOSITIVO EXTRA DE TRAÇÃO NA ÁREA FRONTAL DO VEÍCULO E MANGUEIRAS ESPECIAIS DE ALTA PRESSÃO PARA LARGO ALCANCE;
  • POSSUEM EQUIPAMENTO EXTRA PARA JATO D'AGUA DIRECIONADO PARA PNEUS FRONTAIS E DISPÕE DE ITENS EXTRAS DE SEGURANÇA PARA O TRANSPORTE DOS BOMBEIROS DE AERÓDROMO;
  • POSSUEM ALTA CAPACIDADE DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO;
  • A MANUTENÇÃO DESSES CARROS É PREVENTIVA, E ESTÃO SEMPRE PRONTOS PARA QUALQUER EVENTUALIDADE;
  • OS BOMBEIROS DE AERÓDROMOS QUE DIRIGEM OS CARROS RECEBEM ORIENTAÇÃO, APESAR DOS CARROS SEREM ESPECIALMENTE PROJETADOS PARA OPERACIONALIZAÇÃO SIMPLES;
    12.  OS CARROS SÃO CLASSIFICADOS SEGUNDO A QUANTIDADE DE AGENTES EXTINTORES QUE TRANSPORTAM, O AEROPORTO PINTO MARTINS DISPÕE DOS 2 (DOIS) TIPOS EXIGIDOS ( AC E AP) PELA ANAC:
    • AGENTES COMBINADOS (AC): TIPO AC4
    • ATAQUE PRINCIPAL (AP): TIPO AP2
    13. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE APOIO AO RESGATE E COMBATE AO INCÊNDIO QUE PERMANECEM DISPONÍVEIS NO SCI:
    • CHAVE INGLESA
    • MACHADO DE RESGATE GRANDE SEM CUNHA
    • MACHADO DE RESGATE PEQUENO SEM CUNHA OU DO TIPO
    • AERONÁUTICO
    • PÉ-DE-CABRA – 95 CM
    • PÉ-DE-CABRA – 165 CM
    • TALHADEIRA (CORTA A FRIO – 2,5 CM)
    • LANTERNAS MANUAIS
    • MARTELO – 1,5 A 2 KG
    • GANCHO OU GARRA PARA SALVAMENTO
    • SERRA, PARA CORTE PESADO DE METAL, COMPLETA, COM LÂMINAS SOBRESSALENTES
    • MANTA À PROVA DE FOGO
    • ESCADA EXTENSORA (DE COMPRIMENTO TOTAL ADEQUADO AOS TIPOS DE AERONAVES EM USO)
    • CORDA DE 15 METRO
    • CORDA DE 30 METROS
    • ALICATE CORTANTE – 17 CM OU SUPERIOR
    • ALICATE TIPO CHAVE DE GRIFO (CORREDIÇA) – 25 CM
    • CHAVES DE FENDA DE VÁRIOS TAMANHOS E CONJUNTOS
    • TESOURA PARA METAL
    • CALÇOS – 15 CM DE ALTURA
    • CALÇOS – 10 CM DE ALTURA
    • SERRA ELÉTRICA DE RESGATE COMPLETA, COM DUAS LÂMINAS E TALHADEIRA
    • PNEUMÁTICA DE RESGATE COMPLETA, COM CILINDROTALHADEIRA E MOLA RETENTORA SOBRESSALENTES
    • FERRAMENTA DE CORTE DE CINTOS DE SEGURANÇA
    • INALADOR DE OXIGÊNIO
    • EPR: 2 POR CCI EM LINHA
    • CILINDRO SOBRESSALENTE PARA EPR: 1 POR CCI EM LINHA
    • EPI: 1 POR BOMBEIRO
    • FERRAMENTA DE FORÇA HIDRÁULICA OU PNEUMÁTICA (DESENCARCERADOR)
    • KIT MÉDICO DE PRIMEIROS SOCORROS
    • LONA
    • VENTILADOR PARA VENTILAÇÃO E RESFRIAMENTO
    • MACA RÍGIDA PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESGATE E SALVAMENTO EM AERÓDROMOS.
    • COLAR CERVICAL RETRÁTIL PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESGATE E SALVAMENTO EM AERÓDROMOS.
    • COLETE DE IMOBILIZAÇÃO DORSO-LOMBAR MT KED PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESGATE E SALVAMENTO EM AERÓDROMOS.
    • CONJUNTO DE TALAS RÍGIDAS PARA IMOBILIZAÇÃO DE MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESGATE E SALVAMENTO EM AERÓDROMOS.
    14. MATERIAIS AUXILIARES DE APOIO ÀS OPERAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO:
    • MANGUEIRA PARA COMBATE A INCÊNDIO, PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESGATE E SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO EM AERÓDROMOS QUE, PREFERENCIALMENTE, ATENDAM AOS REQUISITOS DA NORMA BRASILEIRA NBR 11861 E NBR 14349, NAS SEGUINTES MEDIDAS:
    A. 1 ½" X 15 METROS, COM CONEXÕES TIPO ENGATE RÁPIDO STORZ.
    B. 1 ½" X 30 METROS, COM CONEXÕES TIPO ENGATE RÁPIDO STORZ.
    C. 2 ½" X 15 METROS, COM CONEXÕES TIPO ENGATE RÁPIDO STORZ.

    • ESGUICHO DE VAZÃO REGULÁVEL, DE 1 ½" ENGATE RÁPIDO STORZ MODELO CAC (CONTROLE AJUSTÁVEL DE CARGA), FABRICADO DE ACORDO COM A NORMA BRASILEIRA NBR 1099.
    15. SISTEMA DE ALARME DO SCI:

    • SONORO E LUMISOSO
    • FONTE DE ENERGIA INDEPENDENTE PARA EVITAR INTERRUPÇÃO
    16. SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO DO SCI CONTA COM:
    • ESTAÇÃO FIXA DE COMUNICAÇÕES VIA RÁDIO CONECTADA EM FONTE DE ENERGIA INDEPENDENTE, EVITANDO INTERRUPÇÕES DE FUNCIONAMENTO,
    • INSTALADA EM LOCAL COM ATENUAÇÃO ACÚSTICA, DE FÁCIL VISIBILIDADEEM ÁREAS DE MOVIMENTO DO AERÓDROMO;
    • ESTAÇÃO MÓVEL DE COMUNICAÇÕES VIA RÁDIO, COM ESTAÇÃO MÓVEL DO TIPO VEICULAR INSTALADA EM CCI DE APOIO A EMERGÊNCIA;
    • CHEFES DE EQUIPE E AUXILIARES ENVOLVIDOS EM OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA DO SCI DISPÕEM DE ESTAÇÃO MÓVEL PORTÁTIL E RADIOCOMUNICADORES;
    • O SCI DISPÕE DE LINHA FIXA COMUM, LINHA DIRETA PARA O COE (CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO);
    • O SCI DISPÕE DE COMUNICAÇÃO COM OS ÓRGÃOS EXTERNOS DE APOIO EM SITUAÇÕES E EMERGÊNCIA;
    • O PLANO DE EMERGÊNCIA CONTEMPLA O ACIONAMENTO DE ÓRGÃOS EXTERNOS DE APOIO COMO: SAMU, IJF, POLÍCIA MILITAR, POLÍCIA RODOVIÁRIA, CORPO DE BOMBEIROS URBANOS, CIOPAER, CORPO VOLUNTÁRIO DE EMERGÊNCIA, IML, HOSPITAIS ENTRE OUTROS;
    16. PPAA (PLANO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS) DO SCI É FEITO CONFORME NSCA 3-3/2008:
    • AS DIRETRIZES SÃO DADAS PELO CENIPA
    • OS DIRETORES, CHEFES, COMANDANTES ESTABELECEM A POLÍTICA DE SEGURANÇA OPERACIONAL, A APROVAÇÃO E ASUPERVISÃP, APÓS O PPAA SUBMETER-SE AO ÓRGÃO CENTRAL DO SIOPAER
    • A ATUALIZAÇÃO DO PPAA É ANUAL  
    FONTES: 
    PRINCIPAL: ENTREVISTADOS
    1. COORDENADOR OPERACIONAL DO SCI: FÁBIO REIS
    2. CHEFE DA SEÇÃO DE SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO: MAJOR OSCAR NETO
    3. SUPERVISOR DE SEGURANÇA EM AEROPORTO: HEBER NOBRE
    4. CHEFE DE PLANTÃO DE BOMBEIROS EM AERÓDROMO DA SEÇÃO SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO (SCI): SUBTENENTE ELIELTON
    DEMAIS FONTES:
    1. LEI Nº 5862 DE 12/12/1972 – INSTITUI A INFRAERO
    2. MP-12.01 (SEA) –EXERCÍIOS DE EMERGÊNCIA AERONÁUTICA DOS AEROPORTOS DA INFRERO;MP-12-07 (SEA) – PLANO DE EMERGÊNCI AERONÁUTICA DOS AEROPORTOS DA INFRERO (PLEM)
    3. MO- 12-08 (SEA) – ORGANIZAÇÃO, FORMAÇÃO E TREINAMENTO DO CORPO DE VOLUNTÁRIOS DE EMERGÊNCIA
    4. DOC. 9137-NA/898 DA OACI –DISPÕE SOBRE PLANO DE EMERGÊNCIA EM AEROPORTOS
    5. IMA 100/12 DCEA-REGRAS DE TRÁFEGO AÉREO
    6. LEI Nº 7.565 DE 19/12/1986- DISPÕE SOBRE O CÓDIGO BRASILEIRO DE AERONÁUTICA
    7. DEC. Nº 65.144 DE 12/09/1969 – ISNTITUI O SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL (SAC)
    8. DEC. Nº 87.249 DE 07/06/1982 – DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS (SIPAER)
    9. NSCA 3-4- DISPÕE SOBRE O PLANO DE EMERGÊNCIA AERONÁUTICA
    10. DEC. 1.171- APROVA O CÓDICO DE ÉTICA DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO PODER EXECUTIVO FEDERAL
    11. http://www.infraero.gov.br/impr_noti_prev.php?ni=5488&menuid=imprphp?ni=5488&menuid=impr
    12. http://www.infraero.gov.br/upload/arquivos/inst/lei_infra.pdf
    13. http://www.infraero.gov.br/item_gera.php?gi=instempr&menuid=instphp?gi=instempr&menuid=inst
    14. MANUAL DO CVE – INFRAERO 2009
    15. http://www.icea.gov.br/ead/ima100-12intraer/pg119.htm
    16. http://escutaaereafortaleza.blogspot.com/2008/08/novo-equipamento-navegao-em-sbfz.html
    17. http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/normas.phpphp
    18. http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/normas/NSCA3-4.PDF
    19. http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/normas/NSCA3-3.pdf
    20. PORT. DIRENG Nº 7/DIR DE 23/03/04 DOS SESCING-SERVIÇO DE SALVAMENTO E CONTRA INCÊNDIO
    21. PORT. EMAER Nº 75/CEN 31/10/2008
    22. PORT. DIRENG Nº 7/DIR DE 23/03/04 DOS SESCING-SERVIÇO DE SALVAMENTO E CONTRA INCÊNDIO
    23. http://www.anac.gov.br/arquivos/pdf/audiencia/3%20-%20Anexo%20da%20Resolu%C3%A7%C3%A3o%20-%20SESCINC.pdf
    24. APENDICE I AO ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 30 DE 20/08/09 DA ANAC – ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS DE PREVENÇÃO, SALVAMENTO E COMBATE A INCÊNDIO EM AERÓDROMOS CIVIS

    Share |