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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Segurança Aeronáutica


      O perigo de acidente é uma preocupação constante dos órgãos envolvidos direto e indiretamente na aviação brasileira. A busca cada vez mais efetiva por mecanismos de segurança e prevenção de acidentes aeronáuticos tem sido prioritária na ótica dos comandos que pertencem à estrutura desde o ápice a base da pirâmide que compõe todo suporte operacional e de inteligência do tráfego aéreo brasileiro, não só no âmbito nacional como internacionalmente.
      A torre de controle é um dos mecanismos de fundamental importância para orientação dos pilotos na chegada e saída das aeronaves, são as torres de aproximação. Enquanto que, os radares por sua vez também orientam os pilotos quanto a sua posição e a das demais aeronaves evitando conflitos durante os vôos.
      Tanto a torre de controle quanto os radares são especialmente úteis em condições climáticas desfavoráveis, pois as aeronaves seguem os procedimentos por eles orientados.
      O tráfego de vôo é previamente estudado, sendo observados horários de pico de aviação civil comercial, a de exercício ou de atividades militares e vôos particulares.
Atualmente a circulação é bastante intensa, exigindo-se muita organização de vários órgãos. Para isso um avião para partir de um ponto a outro precisa de um plano de vôo, que terá informações sobre rota e condições meteorológicas da origem e do destino. Normalmente cada região do país tem um órgão referencial que controla esses vôos, sabendo exatamente onde estão localizados através dos seus radares e satélites.
      Quando a aeronave está próxima da origem ou destino é a vez da torre de controle de aproximação ou torre de controle do aeroporto assumir o comando em relação à orientação.
Apesar das estatísticas mostrarem a baixa probabilidade de acidente aéreo em relação aos que ocorrem no trânsito terrestre, há de se convir que o acidente aéreo, causa impacto bem maior, e dependendo do número de tripulantes, local onde ocorra e das próprias características do acidente, as chances de sobrevivência são bem menores.
      Tais motivos levam as pessoas que trabalham no meio aeronáutico a seguir rigorosamente os regulamentos, pois qualquer descuido pode acarretar a perda de muitas vidas.
Atualmente avaliação das aeronaves ocorre em espaço de tempo bem menor, conforme orienta o fabricante, segundo a orientação de vida útil para cada peça.
      Os pilotos, antes de iniciarem a profissão passam por vários testes, e são muito bem preparados para situações adversas. Além disso, a segurança atualmente está mais atenta aos aspectos psicológicos do piloto, questões como cansaço, fadiga e problemas que possam com prometer seu nível de atenção durante o vôo.
      Os controladores de vôo por sua vez, exercem uma das funções mais estressantes, tendo que tomar decisões rápidas e acertadas segundo a segundo sobre a condução das aeronaves, daí a importância do contato entre a aeronave o os controladores. Muito embora haja o plano de vôo, existem várias aeronaves que por motivos diversos fazem pequenas manobras imprevistas por motivos de emergência ou pequenos imprevistos que as impedem de se manterem no ar provocando um pouso antes do previsto.
      O Brasil é país membro da OACI desde 2007, e segue a sua normalização a nível internacional. Nas avaliações mais recentes apontou 95% de adequação aos níveis de segurança exigidos por este órgão. No momento empenha-se na certificação pela OACI.

Valéria Araújo Cavalcante
Publicado em: novembro 02, 2009
Disponível em: http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/commercial-companies/1942203-www-infraero-gov-br/
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